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22/12/2022 às 07:30, Atualizado em 21/12/2022 às 22:28

ARTIGO: Natal centralizado em Jesus Cristo

Por - Wilson Aquino

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Divulgação

Durante os 33 anos em que viveu entre nós, há mais de 2022 anos, o único momento em que Jesus Cristo, o Rei dos Reis, O Príncipe da Paz, perdeu a paciência conosco e literalmente virou a mesa, metendo os pés em mesas e cadeiras usadas por comerciantes no interior do Templo de Deus, em Jerusalém, foi porque as pessoas estavam desrespeitando aquele ambiente sagrado.

Hoje, como será que Ele está se sentindo quando fazemos quase o mesmo? Quando nas comemorações de Seu aniversário de nascimento na Terra, nos voltamos a um comércio louco e desenfreado, de incentivo a um consumo exagerado, desnecessário na maioria das vezes, pois nos faz adquirir muitas coisas das quais não precisamos?

E como se não bastasse, criamos a figura do “Papai Noel”, que sequer um dia existiu, e o substituímos por Cristo em todo período de Natal. Até mesmo no dia 25 de dezembro, quando o Senhor deveria ser mundialmente louvado e enaltecido por ser o Salvador da humanidade, lamentavelmente o que ocorre hoje em muitos lares Ele simplesmente tem sido esquecido.

E se ponderarmos sobre o motivo da existência da humanidade na Terra, como parte de um grande Plano de crescimento e salvação de todos, estabelecido por Deus, o Pai e Seu Filho Unigênito na Terra, Jesus Cristo, podemos dimensionar a gravidade desse afastamento que fizemos do Senhor e do caminho estabelecido para que trilhássemos.

Apesar do livre-arbítrio que temos de segui-Lo ou não, o fato é que para se alcançar o sucesso na vida e a salvação na eternidade, é preciso honrá-Lo e respeitá-Lo sempre. E podemos fazer isso obedecendo a pelo menos dois requisitos básicos: Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

Então, a pergunta que fica é esta: - Será que estamos, de fato, amando e respeitando o Senhor, se mesmo na data mais importante de nosso calendário, deixamos de comemorar o Seu nascimento para poder adorar e venerar um personagem criado pelo comércio?

Felizmente sempre é tempo de mudar. De se arrepender e procurar fazer a coisa certa. De voltar a trilhar com orgulho e alegria o bom caminho que Ele traçou para cada um de nós, para sermos merecedores de suas bênçãos e cuidados para que alcancemos, ainda neste plano, a verdadeira, plena e duradoura felicidade.

Agindo assim com Ele, no final, seremos salvos para a eternidade. Seus ensinamentos e mandamentos não são difíceis de seguir, pois são alicerçados em bons princípios morais e espirituais, capazes de promover os melhores sentimentos e ações pessoais, familiares e comunitários numa sociedade que passa a desfrutar de um bem-estar, segurança, amor e alegria nunca antes experimentados senão por intermédio Dele.

Não podemos negar a nós mesmos e muito menos às nossas crianças, a existência de Deus e de Seu filho, Jesus Cristo, que nasceu na Terra no “Dia de Natal” e não Papai Noel. Devemos contar a eles e comemorar essa grande data em respeito e gratidão por Ele ter morrido para nos salvar.

Nossa cultura e a vida em sociedade permite sim a existência de figuras como a de Papai Noel, o “bom velhinho”, um exemplo de amor, humildade e fraternidade. Nada contra. Aliás, é até saudável. Porém, a presente reflexão é para que ele não ocupe, de forma alguma, o sagrado lugar de Nosso Senhor, Jesus Cristo.

Feliz Natal e Próspero Ano Novo a todos, com as bênçãos Dele.

 

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