Uma grande parte dos 79 prefeitos de Mato Grosso do Sul terá problema na eleição de outubro, quando serão escolhidos dois senadores para o Estado.
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Puxadores de votos, por conta dos cargos dados em prefeituras, os prefeitos ficarão divididos pela quantidade de padrinhos que estarão na disputa pelo Senado.
Em grande parte dos municípios, os cargos públicos são responsáveis por uma parcela considerável dos empregos (em alguns casos, a maioria), o que influencia bastante nos votos dos funcionários e familiares.
Nesta eleição, com duas cadeiras em jogo, a disputa será ainda maior porque o número de candidatos também deve ser maior.
Na lista dos padrinhos que dividirão a preferência dos prefeitos está o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL), que tem relação próxima com muitos prefeitos em razão dos oitos anos de mandato.
Os dois atuais senadores, Soraya Thronicke (Podemos) e Nelsinho Trad (PSD) também tiveram oito anos para construir essa relação, muitas vezes impactadas pela liberação de emendas aos municípios.
O deputado Vander Loubet (PT), embora seja de esquerda, enquanto a maioria dos prefeitos (quase todos) são de direita, corre por fora. Ele está no sexto mandato como deputado e também tem relação próxima com muitos chefes de Poder Executivo.
Quem também está nesta lista de padrinhos é o presidente da Assembleia, Gerson Claro (PP), que mantém relação próxima com prefeitos e também pode contar com a força do PP, que tem, 23 prefeitos, mas comanda 51,29% da população votante.
Com informações do site Investiga MS







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