O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) parabenizou o socialista António José Seguro pela vitória nas eleições presidenciais de Portugal, realizadas no domingo (8). Em publicação nas redes sociais, Lula destacou o caráter democrático do pleito e afirmou que o resultado representa uma vitória da democracia em um momento considerado decisivo para a Europa e o cenário internacional.
“Parabéns a António José Seguro pela vitória expressiva nas urnas. Numa eleição que se desenvolveu de forma pacífica e representa a vitória da democracia num momento tão importante para a Europa e o mundo. E consolida a posição de Portugal de apoio ao acordo Mercosul-União Europeia”, escreveu o presidente brasileiro.
Na mensagem, Lula também reforçou a parceria entre Brasil e Portugal, afirmando que o governo brasileiro seguirá trabalhando em conjunto com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, e com o novo presidente eleito, pelo fortalecimento das relações bilaterais, em defesa do multilateralismo e do desenvolvimento sustentável.
A ministra de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, também se manifestou e celebrou o resultado das eleições. Em tom semelhante, destacou a vitória da esquerda e o desempenho expressivo de Seguro nas urnas. “Grande vitória da democracia nas eleições presidenciais em Portugal. Parabéns ao novo presidente António José Seguro, do Partido Socialista, e ao povo português, pelo resultado expressivo contra a candidatura da extrema-direita”, afirmou.
António José Seguro venceu o segundo turno do pleito com 66,7% dos votos válidos, contra 33,3% de André Ventura, candidato do partido de extrema-direita Chega. O resultado confirmou as pesquisas eleitorais divulgadas ao longo da campanha, que já indicavam vantagem confortável do socialista.
Em seu primeiro discurso como presidente eleito, Seguro agradeceu à população portuguesa e afirmou que os grandes vencedores da eleição foram os cidadãos e a democracia. O novo chefe de Estado ressaltou que pretende ser um agente de mudança para melhorar a qualidade de vida dos portugueses, com atenção especial às áreas da saúde e ao enfrentamento dos incêndios florestais que atingem o país. “Ou a política serve para resolver o problema das pessoas ou não serve para rigorosamente nada”, declarou.







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